quarta-feira, 18 de junho de 2014

Ah.... Fuleco, leco, leco.



Esta não é uma nova música nem uma versão do efêmero sucesso do Mc Federado com seu "Lelek Lek Lek". Mas sim por onde andará Fuleco, o Mascote da Copa de 2014, que desde o início esteve sempre bem apagadinho.
Parece que tão efêmero quanto "Lelek" também foi o "Fuleco Leco."
O tatu-bola foi anunciado em 2012 como o Mascote da Copa e trazia uma mensagem subliminar de proteção à natureza. Porém, a Fifa nunca destinou um centavo (de Euros, Dólar ou Real) para protegê-lo. E vamos combinar que a coisa em termos de grana a Fifa vai muito bem, obrigado, pois ganhar e estar isenta de pagar qualquer taxas não é nem um pouco ruim. O bicho não apareceu nem na abertura brega e cafona da Copa.
A Fifa até tentou, de última hora, uma negociação com a organização que propôs o tatu-bola como mascote da Copa, mas o valor oeferecido foi de US$ 300 mil, divididos em dez anos (estou rindo muito com essa cara de pau da Fifa), valor e proposta medíocres para uma entidade que já arrecadou só de lucros mais de US$ 2,4 bilhões só durante os quatro anos de preparação da Copa de 2014. E eles não vão pagar nenhum imposto... Como o Governo sabe negociar... Só que não!
Bem, voltando, a Fifa escancaradamente se recusou a ajudar o animal que é ameaçado de extinção.
Pois é, no Brasil é assim: toda empolgação acaba em frustração.

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